A habilidade de estabelecer metas é crucial para o sucesso de um programa de coaching, e a cor destas metas será fortemente influenciada pelos fatores DISC. Cada um dos fatores trará dicas a respeito das características destas metas e de como cada pessoa irá se comportar para atingi-la.
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Um gráfico DISC não deve ser lido, mas sim interpretado. Muito mais do que uma descrição de quem analisa, para o analisado, deve ser sobretudo uma interação, onde um gráfico é um meio e não um fim, quando a interação entre duas pessoas constrói um resultado a quatro mãos.
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Ao conduzir um processo de coaching, orientação ou desenvolvimento de uma pessoa, quando utilizamos um gráfico DISC, o objetivo não deveria ser elaborar um plano de ação para que o gráfico natural do cliente mude, mas sim contribuir para que a pessoa se torne mestre na gestão de seu gráfico adaptado, ou seja, campeã no autogerenciamento.
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Começaremos com uma pergunta: é possível saber se uma pessoa é resiliente ou não, baseado em um gráfico DISC? Leia mais

Vencedores vêm de todos os fatores DISC, porém a sociedade possui uma tendência a valorizar mais as pessoas extrovertidas, pessoas que são comportamentalmente mais sociáveis e comunicativas, características associadas às pessoas com alta influência em um perfil DISC.
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A origem dos instrumentos DISC está no livro As Emoções das Pessoas Normais, escrito por William Moulton Marston, publicado originalmente em 1928 e pela primeira vez em português em 2014, pela TTI Success Insights, o qual trata de 4 dimensões do comportamento. Em sua obra original são: Dominance, Inducement, Submission e Compliance.

Iniciamos a explicação da origem do instrumento DISC informando que um nasceu oficialmente após a data de falecimento do outro, sendo importante considerar que os precursores da análise de perfil comportamental DISC, como conhecemos hoje, conheciam e eram próximos de Marston, como veremos a seguir.
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Será que é verdade? Sim, não e talvez.

Perfis comportamentais mensuram comportamentos, não valores. Uma pessoa com alta dominância pode, tranquilamente, não se motivar por dinheiro.
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A Mulher Maravilha é o super-herói da vez, com grande sucesso nas bilheterias do cinema. Um renascimento da heroína que ficou famosa não só pelas histórias em quadrinhos lançadas em 1941, mas também pelo seriado de TV da década de 1970.

O criador da Mulher Maravilha, uma guerreira amazona inicialmente chamada Suprema, foi Charles Moulton, pseudônimo de William Moulton Marston, o mesmo que desenvolveu o medidor de pressão sistólica para o detector de mentiras (polígrafo) nos anos 1920 e escreveu o livro As Emoções das Pessoas Normais em 1928 (2014 no Brasil).
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O DISC é uma metodologia de análise de perfil comportamental utilizada há muitas décadas e em mais de 90 países*, com inúmeros e variados processos de validação científica**, assim como também é validada pelo tempo em que é utilizada em processos de seleção e desenvolvimento. É uma metodologia com vasta aceitação no mercado e reconhecimento de sua utilidade e qualidade por inúmeros profissionais, porém é necessário tomar um cuidado, pois esta abrangência de uso e boa reputação não deveria transferir a um gráfico DISC o poder para ser a única fonte de informação para decidir se uma pessoa tem ou não o potencial para liderar, ainda mais quando se pressupõe que, para todos os cargos de todas as empresas, todos os líderes deveriam ter uma alta dominância.
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Muito se diz a respeito da quantidade e velocidade das mudanças que ocorrem nos dias de hoje, as quais demandam pessoas ágeis, inquietas, dinâmicas, multitarefas e versáteis, correto?

Sim, não, depende.

Pessoas com as características acima normalmente possuem baixa estabilidade no gráfico DISC, e podem ser muito indicadas para velozmente dar início a uma mudança. Porém, serão elas que irão até o final, garantindo que a mudança seja implementada seguindo o planejado, passando por todas as etapas necessárias e no prazo estipulado?
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